Irecê Líder: Reposição hormonal pode proteger o útero contra o câncer do endométrio /* CONFIGURAÇÃO CORPO DE POSTAGENS */ /* FIM DA CONFIGURAÇÃO CORPO DE POSTAGENS */ -->
ao vivo

SLIDER

IRECÊ LÍDER AO VIVO

Esconder Vídeo
Abrir Vídeo
Clique aqui para enviar seu recado.
NO AR
PROGRAMAÇÃO LÍDER
LOCUTOR
(x) Fechar
Compartilhe a Líder
Facebook
Whatsapp
Telegram
Participe! Mande seu recado para o nosso Whatsapp!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Reposição hormonal pode proteger o útero contra o câncer do endométrio

Mulheres que são usuárias assíduas de pílulas contraceptivas reduzem em 40% as chances de contrair a doença

 

O câncer do endométrio tem sua origem na camada interna do útero, conhecida como endométrio, local onde o embrião se desenvolve durante a gravidez. Existem dois tipos desse carcinoma. O endometrióide acomete 80% da população feminina e está relacionado a um desequilíbrio hormonal do estrogênio e da progesterona - responsáveis pela manutenção do sistema reprodutor da mulher - e surge a partir de lesões precursoras - aquelas que antecedem o aparecimento da doença -, conhecida como hiperplasia complexa com atipia. 

Já a espécie não endometrióide não possui associação com esses hormônios e não se manifesta antes do surgimento do tumor. De acordo com o ginecologista da Clínica Elsimar Coutinho, Dr. Alessandro Scapinelli, este último é mais agressivo e está relacionado a uma maior mortalidade. No entanto, há uma redução de 40% no risco do câncer endometrial nas mulheres que são usuárias assíduas de pílulas contraceptivas. “Mas, independente da via de administração hormonal, o importante é que o endométrio permaneça constantemente fino, prevalecendo o efeito local do derivado da progesterona”, declara o especialista.

 Esse resultado pode ser alcançado através de diversas vias de reposição do hormônio: implantes, adesivos, anel vaginal e DIU hormonal. Conforme o ginecologista, essa proteção pode persistir por décadas após a interrupção desses métodos. O primeiro alerta para este tipo de câncer são os sangramentos uterinos anormais, principalmente se houver fatores de risco presentes, tais como: obesidade, diabetes, aumento de triglicérides e circunferência abdominal, hipertensão arterial, uso do tamoxifeno (por mais de 5 anos) e qualquer situação onde exista no organismo um excesso do estradiol em detrimento à progesterona, especialmente nas mulheres que estejam fazendo tratamento hormonal.
Fonte:Tribuna

Mais Notícias