Irecê Líder: Infelizmente não tem vacina para todos”, diz médico baiano vacinado contra a covid-19 nos EUA /* CONFIGURAÇÃO CORPO DE POSTAGENS */ /* FIM DA CONFIGURAÇÃO CORPO DE POSTAGENS */ -->
ao vivo

SLIDER

IRECÊ LÍDER AO VIVO

Esconder Vídeo
Abrir Vídeo
Clique aqui para enviar seu recado.
NO AR
PROGRAMAÇÃO LÍDER
LOCUTOR
(x) Fechar
Compartilhe a Líder
Facebook
Whatsapp
Telegram
Participe! Mande seu recado para o nosso Whatsapp!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Infelizmente não tem vacina para todos”, diz médico baiano vacinado contra a covid-19 nos EUA

 


Um médico baiano de Salvador foi uma das primeiras pessoas a ser imunizado contra a covid-19 no estado de Oklahoma, nos Estados Unidos, na última quarta-feira (16). Bruno Politano, atua como enfermeiro com curso avançado com autorização para realizar atendimentos iguais aos dos médicos. Ele trabalha em um hospital que atende pacientes com coronavírus na cidade de Oklahoma City. Bruno é casado com a também baiana da cidade de Wagner, na Chapada Diamantina, Anna Politano. Pais de dois filhos, Samuel, 13, e Júlia, 10.

Em entrevista entrevista exclusiva ao Farol da Bahia, Bruno afirmou que quer ser um exemplo para brasileiros e estadunidenses. “Eu quero contribuir para todos. Eu quero que as pessoas entendam que trabalho na UTI e vejo a realidade todos os dias. Não quero que familiares e amigos passem pelo que eu vejo no meu trabalho”. Mas lamenta que a vacina não é para todos. “Vão começar pelos grupos de risco e os profissionais de saúde. Infelizmente não tem vacina para todos”, aponta.

O baiano vive a realidade da pandemia desde o início, no mês de março. De lá para cá, a situação na cidade tem piorado. Ele conta que nas últimas duas semanas intubou mais pacientes do que em todo o período que o vírus começou a agravar a situação. Bruno tomou a vacina produzida pela Pfizer. O baiano confia na eficácia do imunizante.

“Muito positiva [a confiança]. Uma das razões é que nós temos que entender que as tecnologias estão avançadas como celular, brigada militar e tantas outras coisas. O fato dela [a vacina]ter sido feita mais rápido, não quer dizer que não é segura”, disse. Ele completa frisando que “a eficácia é muito alta, se pensar que 70% das população tomasse, teria uma grande possibilidade de controlar o vírus. Mas enquanto tiverem pessoas contra a vacina, o problema pode demorar a passar”, alerta. 

Fonte Jornal da Chapada

Mais Notícias