Irecê Líder: Milhares de beneficiários do Bolsa Família receberam a seguinte mensagem: “Pagamento cancelado, decisão Ministério”. Saiba mais. /* CONFIGURAÇÃO CORPO DE POSTAGENS */ /* FIM DA CONFIGURAÇÃO CORPO DE POSTAGENS */ -->
ao vivo

SLIDER

IRECÊ LÍDER AO VIVO

Esconder Vídeo
Abrir Vídeo
Clique aqui para enviar seu recado.
NO AR
PROGRAMAÇÃO LÍDER
LOCUTOR
(x) Fechar
Compartilhe a Líder
Facebook
Whatsapp
Telegram
Participe! Mande seu recado para o nosso Whatsapp!

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Milhares de beneficiários do Bolsa Família receberam a seguinte mensagem: “Pagamento cancelado, decisão Ministério”. Saiba mais.




Milhares de beneficiários do Bolsa Família que recebem o auxílio emergencial de R$600, R$1.200 e até R$1.800 tiveram uma surpresa ao tentar sacar a quinta parcela do benefício nas agências da Caixa Econômica.

Isso por que, ao invés do saque do valor, os beneficiários receberam a mensagem de que o benefício havia sido cancelado. No caixa eletrônico saiu então a seguinte mensagem: “Pagamento cancelado, decisão, Ministério”.

Para esclarecer a situação, o advogado Dr. Jefferson publicou um vídeo em seu canal no YouTube trazendo alguns esclarecimentos importantes sobre a situação, já que os próprios canais do governo ainda não se posicionaram oficialmente sobre o caso.

Segundo ele, o Ministério da Cidadania está fazendo uma espécie de “pente fino” nas contas cadastradas, para saber quais beneficiários estariam recebendo o benefício indevidamente.

“O que acontece dessa negativação, é isso. O Ministério da Cidadania identifica que essa pessoa que recebe o auxílio emergencial por meio do Bolsa Família, algum dependente dela começou a trabalhar ou recebe algum benefício”, disse ele.

No entanto, ele alertou para o fato de que algumas pessoas podem ter tido o benefício cancelado mesmo sem nenhum dos dependentes estarem trabalhando ou recebendo outro benefício. Nessa situação, o que pode ter ocorrido é um cancelamento indevido.

“Se isso aconteceu, se chama cancelamento indevido. Ai você terá que ligar no número 121 ou procurar a Justiça Federal, não tem outro método”, observa o advogado.



Mais Notícias